Feeds:
Posts
Comentários

Archive for maio \24\UTC 2011

Sinfonia ligeira
Não chega ao fim
Queira ou não queira
Eu sou é assim

Te dei meu corpo
Te dei minha pele
Mesmo depois de morto
Esta força me impele

Força dos grandes destinos
Que estão muito além
Dos hinos e dos sinos
E do aum e/ou do om e do amém

Mas te amo, te amo, te amo
Como nunca se amou na Terra
Nem no Brasil, no Vietnã ou no oceano
Nem na China nem na Inglaterra

Monstro dourado
De amor e dengue
Sou eternamente gamado
Nestes quadris que dançam merengue

Fico feliz
Quando tu chegas
És a matriz
Das minhas horas mais negras

De onde tu vens?
De onde? De onde?
Será que tu é quem tens
O ouro do conde?
Falo bobagem
Começo a ser fragmento
A grande chantagem
É a morte a todo momento

Anúncios

Read Full Post »

Operária

temtemtem

temtem

tem,

e no bolso ela não tinha nada.

Read Full Post »

Folha sobre folha
verde sobre cinza sobre folha
vento sobre folha
lento pobre manto cobre tanta
folha sobre folha.

O tempo se acumula,
quando sobre nunca,
até que o passado ressurja inteiro,
coberto de folhas,
memória liberta de si mesma.

Read Full Post »

Permissão

fogo fogo fogo

fogo fogo fogo

fogo fogo fogo

foge meu coração

folga folga folga

folga folga folga

folga folga folga

força meu coração

 

(por favor, meu coração,

deixe pelo menos

essa vela ser acesa)

Read Full Post »

Leia o poema…

(mais…)

Read Full Post »

Read Full Post »

Em cima do telhado
Pirulin lulin lulin,
Um anjo, todo molhado,
Soluça no seu flautim.

O relógio vai bater:
As molas rangem sem fim.
O retrato na parede
Fica olhando para mim.

E chove sem saber porquê
E tudo foi sempre assim!
Parece que vou sofrer:
Pirulin lulin lulin…

Read Full Post »

Older Posts »