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Archive for novembro \07\UTC 2011

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De novo me invade.
Quem?
A Eternidade.
É o mar que se vai
Como o sol que cai.

Alma sentinela,
Ensina-me o jogo
Da noite que gela
E do dia em fogo.

Das lides humanas,
Das palmas e vaias,
Já te desenganas
E no ar te espraias.

De outra nenhuma,
Brasas de cetim,
O Dever se esfuma
Sem dizer: enfim.

Lá não há esperança
E não há futuro.
Ciência e paciência,
Suplício seguro.

De novo me invade.
Quem?
A Eternidade.
É o mar que se vai
Com o sol que cai.

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Zão-zão

mosquito zumbidor

zumbe zumbe

zumbe

e zomba,

zomba de mim

zomba de minhas mãos

que não sabem ziguezaguear

zangadas

(lyard)

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Não há
no mundo nada
mais bem
distribuído do que a
razão: até quem não tem tem
um pouquinho

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